sábado, 18 de maio de 2013

DA FELICIDADE
Quantas vezes a gente, em busca da ventura,
Procede tal e qual o avozinho infeliz:
Em vão, por toda parte, os óculos procura
Tendo-os na ponta do nariz!
Mario Quintana


“Não amemos de palavra, mas através das obras, com todo o fervor do coração.”
O Universo é o nosso domicílio.
A Humanidade é a nossa família.
Aproximemo-nos dos piores, para ajudar.
Aproximemo-nos dos melhores, para aprender.
Amarmo-nos, servindo uns aos outros, não de boca, mas de coração, constitui para nós todos o glorioso caminho de ascensão.
(Do livro Vinha de luz – Lição nº: 130 /Chico Xavier – Por Emmanuel)

“Não amemos de palavra, mas através das obras, com todo o fervor do coração.”
O Universo é o nosso domicílio.
A Humanidade é a nossa família.
Aproximemo-nos dos piores, para ajudar.
Aproximemo-nos dos melhores, para aprender.
Amarmo-nos, servindo uns aos outros, não de boca, mas de coração, constitui para nós todos o glorioso caminho de ascensão.
(Do livro Vinha de luz – Lição nº: 130 /Chico Xavier – Por Emmanuel)


terça-feira, 9 de abril de 2013

PÁGINA DE FÉ
Emmanuel
Ouve, amigo!...
Quem quer que sejas;
onde estiveres e com quem estiveres;
tenha sofrido graves equívocos ou cometido muitos erros;
estejas sob fadiga, após haver carregado pesadas tribulações;
suportes essa ou aquela enfermidade;
permaneça no cerco de rudes aflições;
vivas em abandono por parte daqueles a quem mais ames;
hajas experimentado desilusões ou agravos que jamais aguardastes;
caminhos no cipoal de tremendas dificuldades;
anseies por afeições que nunca tiveste;
suspires por ideais cuja realização te pareça remota;
lastimes prejuízos com os quais não contavas;
trabalhos sob injúrias e perseguições que te envenenam as horas;
sirvas sob incompreensões ou pedradas;
ou chores a perda de entes queridos, ante a visitação da morte...
Sejam quais forem os impedimentos ou provações que te assinalem a vida, asserena o espírito na fé viva e permanece na tarefa que te foi reservada, porquanto, sempre que estejamos guardando paciência e confiança, em nossos obstáculos, trabalhando e servindo na prestação de auxílio para liquidar fraternalmente os problemas dos outros. Deus em regime de urgência liquidará também os nossos.
Do Livro “COMPANHEIRO” – PSICOGRAFIA: FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
Digitado por: Lúcia Aydir

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Oração




Oração e humildade
Meu Deus, sei que ainda sou um ser em evolução e que muitas vezes fujo dos objetivos que o Senhor traçou para que eu alcance a minha felicidade.
Sei também que nem sempre consigo fazer o bem que desejo, e muitas são as vezes que faço o mal que já não gostaria mais de fazer.
Por isso venho a ti, Senhor, para rogar forças, coragem e lucidez para acertar mais vezes do que me equivocar, e quando me equivocar, que seja por fraqueza ou ignorância, mas nunca por deliberação.
Venho a ti para pedir que não permitas, em tempo algum, que eu perca a vontade de viver, apesar dos momentos de dor e de sofrimento, que por certo terei que passar.
Pedir ajuda para cultivar o otimismo, mesmo que o futuro não seja tão promissor.
Para que me ensine a desenvolver o romantismo, ainda que em meu peito o coração pareça ter emudecido.
Senhor, ajuda-me a não perder a fé na amizade, mesmo que às vezes os amigos me traiam ou me abandonem nos momentos em que mais precisar deles.
Ajuda-me a cultivar o hábito e a alegria de ajudar as pessoas, ainda que muitas delas sejam ingratas e incapazes de retribuir.
Ensina-me a manter o equilíbrio até nos momentos de grandes abalos, em que tudo conspire para que eu perca o rumo.
Senhor, ajuda-me a amar sem esperar retribuição nem reconhecimento dos seres amados.
A observar a vida com brilho no olhar, até nos momentos em que a escuridão turbe os meus olhos.
A enfrentar os desafios da vida com garra e disposição, mesmo sabendo que as derrotas são inevitáveis no meu caminho.
Permite-me usar sempre a razão e o bom senso, ainda que o apelo dos vícios seja forte, insistente e constante na minha intimidade.
Sobretudo, Senhor, ajuda-me a elevar o sentimento de justiça acima dos meus próprios interesses.
Permite-me conservar o amor pela família, mesmo que ela me exija imensos esforços e árduas renúncias em prol da sua harmonia.
Ensina-me a ver sempre o lado bom e belo das coisas, apesar das lágrimas que brotam amargas do fundo da minha alma.
Senhor, que eu jamais perca a vontade de herdar as estrelas, mesmo habitando um planeta pequeno e de categoria inferior.
E, acima de tudo...
Que eu jamais esqueça que o Senhor é a inteligência suprema e que me ama infinitamente...
Que provê minhas necessidades, ampara-me sempre e só quer o meu aperfeiçoamento.
Que eu possa entender as pessoas que são mais frágeis que eu...
A não julgar o meu semelhante...
A educar meus sentimentos e desenvolver minha inteligência...
E, por fim, que eu nunca esqueça que sou um Espírito imortal... E que minha felicidade é uma conquista minha...
* * *
Nos dias em que a tristeza se apresentar, dissimulada e insistente em sua janela, recolha-se por alguns instantes...
Busque sintonizar com as forças do bem, que pairam acima das nuvens densas que envolvem a Terra, e alimente sua intimidade com a harmonia celeste.
Não se deixe envolver pela tristeza, pois ela lhe impedirá de ver a esperança que insiste em lhe acenar com a certeza de que um novo e lindo dia surgirá.

Nossos Filhos São Espíritos

Hermínio C. Miranda
CONVITE:
Convidamos você, que teve a oportunidade de ler
livremente esta obra, a participar da nossa campanha de
SEMEADURA DE LETRAS, que consiste em cada qual
comprar um livro espírita, ler e depois presenteá-lo a
outrem, colaborando assim na divulgação do Espiritismo
e incentivando as pessoas à boa leitura. Essa ação, certamente, renderá ótimos frutos.
Abraço fraterno e muita LUZ par a todos!
www.luzespirita.org.br

sexta-feira, 5 de abril de 2013

O Futuro



“Juventude: oxigênio novo nos pulmões cansados do mundo que agoniza...”

Vemos na atualidade a exposição de quadros dolorosos e preocupantes...
Jovens crianças recém saídas da infância conduzindo outras crianças nos braços.
Jovens violentos dando vazão aos instintos mais primitivos, agindo como se ainda não houvessem chegado ao reino hominal.
Jovens imaturos que têm feito do corpo físico um objeto de fruição do prazer irresponsável.
Jovens vazios, fazendo e ouvindo músicas, que mais parecem ruídos primitivos, cujas letras são verdadeiras manifestações de entidades grotescas.
Jovens conflitados, que buscam calar a voz da consciência, com narcóticos (lícitos ou ilícitos) que anestesiam a dor interna momentaneamente, mas, uma vez passado o efeito, a mesma se faz ainda mais lancinante.
Mas, ao lado desse panorama, outro se desenha quase imperceptível aos olhos distraídos com as ilusões do mundo...
Jovens idealistas que não medem esforços nem economizam devotamento e abnegação às Causas Nobres da humanidade.
Jovens cientistas que renunciam a boa parte dos prazeres que a juventude poderia lhes oferecer para usufruir a alegria indescritível e indestrutível, que é a alegria de ser útil.
Jovens professores, que no anonimato vêm empregando seus dons para soerguer outros espíritos jovens das sombras da ignorância.
Jovens piedosos que têm empreendido esforços inimagináveis para movimentar recursos em favor de Instituições de caridade, diminuindo a fome do mundo.
Jovens doadores, que não esperam a morte do corpo biológico para doarem o que não mais lhes serve, mas, com regularidade e disciplina, sensibilizados com a dor do próximo, doam sangue, plaquetas, e tudo mais que lhes for permitido, em um ato de gratidão ao Pai pelo corpo sadio que lhes permite espalhar saúde e bem estar a todos aqueles que estão em processos provacionais dolorosos.
Jovens médiuns, apesar da idade, estão a demonstrar que o equilíbrio é conquista do espírito imortal que transcende à idade do corpo biológico e que, através da porta estreita da mediunidade vêm amparando, socorrendo, orientado e advertindo espíritos dementados, perdidos e endurecidos no mal que se fazem vítimas conscientes ou inconscientes.
Jovens estetas que, cantando, interpretando, dançando, pintando, compondo, escrevendo, regendo, declamando... vêm exaltando o belo, o colorido, o harmônico, o sublime... conclamando a todos para afinarem os instrumentos pelo diapasão do Sublime Galileu e, em uníssono, entoarem o mais belo cântico que as Esferas Superiores da vida aguardam que cantemos, que é o de nos fazermos servos fiéis de Deus.
Entendemos que o primeiro grupo de jovens tem ganhado destaque, ouvidos atentos que os ouçam, aplausos e até mesmo incentivo para continuarem a fazer o que tem feito, em uma demonstração clara do quanto ainda precisaremos trabalhar para mudar o panorama social em que nos encontramos.
O mal toca trombeta, faz barulho, grita... o bem continua falando baixinho, dentro de uma timidez que poderíamos chamar de omissão e, em alguns casos, de covardia.
Uma vez que essas mudanças para serem legítimas, conforme aprendemos com a nobre Doutrina Espírita, precisarão ter raiz e solidez dentro de cada um de nós, faz-se urgente a necessidade de incentivarmos o bem, falarmos do bem, divulgarmos o bem, apoiarmos o bem e sobretudo vivermos no bem...
Juventude não é sinônimo de irresponsabilidade, desequilíbrio, vazio, conflitos... ao contrário, a juventude, quando bem orientada, é oxigênio novo nos pulmões cansados do mundo que agoniza e, quando vitalizada por Jesus, torna-se sadia, equilibrada, vigorosa, responsável, enfim, torna-se a carta viva que irá levar ao mundo a mensagem fulgurante do verdadeiro Amor.

CARACTERES DO HOMEM DE BEM L.E: 918. Por que indícios se pode reconhecer em um homem o progresso real que lhe elevará o Espírito na hierarquia espírita? “O Espírito prova a sua elevação, quando todos os atos de sua vida corporal representam a prática da lei de Deus e quando antecipadamente compreende a vida espiritual.” Verdadeiramente, homem de bem é o que pratica a lei de justiça, amor e caridade, na sua maior pureza. Se interrogar a própria consciência sobre os atos que praticou, perguntará se não transgrediu essa lei, se não fez o mal, se fez todo bem que podia, se ninguém tem motivos para dele se queixar, enfim se fez aos outros o que desejara que lhe fizessem. Possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem contar com qualquer retribuição, e sacrifica seus interesses à justiça. É bondoso, humanitário e benevolente para com todos, porque vê irmãos em todos os homens, sem distinção de raças, nem de crenças. Se Deus lhe outorgou o poder e a riqueza, considera essas coisas como UM DEPÓSITO, de que lhe cumpre usar para o bem. Delas não se envaidece, por saber que Deus, que lhes deu também lhes pode retirar. Se sob a sua dependência a ordem social colocou outros homens, trata-os com bondade e complacência, porque são seus iguais perante Deus. Usa da sua autoridade para lhes levantar o moral e não para os esmagar com o seu orgulho. É indulgente para com as fraquezas alheias, porque sabe que também precisa da indulgência dos outros e se lembra destas palavras do Cristo: Atire a primeira pedra aquele que estiver sem pecado. Não é vingativo. A exemplo de Jesus, perdoa as ofensas, para só se lembrar dos benefícios, pois não ignora que, como houver perdoado, assim perdoado lhe será.